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A construcção puxa pela construcção extremenha

A CONSTRUCÇÃO PUXA PELA ECONOMIA EXTREMENHA

Segundo os dados divulgados pelo Instituto de Estatística da Extremadura (IEEX), a construção puxa pela economia extremenha em mais de 2%.

Na realidade a economia da Extremadura subiu 2,1% em relação ao 2º trimestre de 2018.

Se a construção puxa pela economia Extremadura em mais de 8%, também outros sectores participaram positivamente para este desempenho.

Os serviços e a indústria cresceram respectivamente 2,9% e 1,6%.

Todavia, os dados de contabilidade trimestral da Extremadura, elaborados pelo Instituto de Estatística estremenho, também informa que os sectores da agricultura agropecuária, silvicultura e pescas sofreu um decréscimo de 5,9%.

Mesmo assim, o PIB extremenho do 2º trimestre de 2019 teve uma subida de 0,5% em relação ao anterior trimestre.

Falando que a construção puxa pela economia, à memória dos extremenhos vem a ineficiência do “comboio extremenho”.

Esta é sem dúvida o grande desejo desta região autónoma, ou seja, ter uma infraestrutura digna deste século, que consiga potenciar a sua economia, conectando-se com as principais cidades de Espanha.

A política de desinvestimento por parte do governo central tem uma maior expressão com o chamado “tren extremenho”.

Nota-se a travessas de madeira da linha da Extremadura datam do século XIX, mais precisamente de 1886, que pertencem à linha ferroviária Badajoz-Ciudad Real.

Aliás, as viagens de comboio entre a Extremadura e Madrid estão envoltas em acontecimentos muito caricatos, que não se adequam aos tempos em que vivemos.

A falta de gasóleo, o material obsoleto que se rompe ou se danifica, provoca uma onda de atrasos que indigna todos os utilizadores deste serviço.

A grande esperança dos extremenho para usufruírem de um comboio moderno e digno, esfumou-se com a crise financeira de Portugal.

O projecto do comboio de alta velocidade entre Madrid e Lisboa, era o motivo perfeito para que a Extremadura tivesse por consequência o seu tão desejado comboio digno.

O custo financeiro que este projecto teria para o orçamento português, fez com que o governo de Lisboa abandonasse essa ideia.

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